Novos serviços de rendering 3D são possíveis graças a técnicas avançadas de geração de imagens foto-realísticas. Arquitetos, decoradores, engenheiros e diversos outros profissionais que necessitam de imagens de alta qualidade para a aprovação dos seus projetos podem agora contar com rapidez, precisão e qualidade.

Estamos aprimorando nossa GRID para a renderização 3D foto-realística. São 05 workstations INTEL-NVIDIA, QUAD e DUO Core 4.6 Ghz, 2Gb RAM, Vídeo 256 VRAM e 250 Gb /HD conectadas na unidade de Brasília. Imagens de alta resolução (2000x1000 pxs true color) com diversos efeitos de luz avançados como Advanced Ray Traced, Mental Ray, VRay Trace, e diversos outros são obtidos em uma média de 30 minutos. Apenas para comparação; utilizando-se apenas uma Workstation o tempo médio de renderização é de 20 horas.
Abaixo seguem exemplos de produtos, móveis, carros, ambientes externos e interiores. A modelagem 3D foi realizada em Solidworks e depois as geometrias foram renderizados em nossa GRID. O serviço de renderização pode ser divido em; (1) renderização em 3D e (2) modelagem 2D para 3D com renderização, (3) modelagem total com renderização.

Saturn - Pistola de ar-comprimido Conceitual

Pistola de Ar-Comprimido, projeto conceitual.

Forno Industrial - Forno Industrial da Servinox

Forno Industrial para bares e restaurantes, projeto TipoD e Servinox.

Controle - Rossi - Controle Remoto

Controle remoto com eletrônica modular, projeto TipoD-Rossi

POS - Produto Eletrônico

POS - terminal de pagamentos, projeto TipoD-Skysys

Jorge, Ed Brusque & Jota - Mobiliario, Interior

Mobiliário conceitual, projeto Jorge Sasaki, Edmar Brusque e Gustavo Jota (TipoD).

Interior Rock - Desig de Interior

Mobiliário conceitual, projeto Jorge Sasaki, Edmar Brusque e Gustavo Jota (TipoD) com mobiliário adicional do Murilo (TipoD).

Saturn

Pistola de Ar-Comprimido, projeto conceitual.

Foi publicado em 2007 no 6º CBGDP – Congresso Brasileiro de Gestão de Desenvolvimento de Produtos - o artigo “A otimização do Processo de Planejamento do Projeto de Produtos Industriais, pela Segmentação de Mercado e Arquitetura do Produto”.

6o CBGDP

O artigo trata da adição de técnicas e ferramentas para a otimização do processo de planejamento de projetos de produtos, obtendo-se uma estimativa de custos e tempo mais compatíveis, visando minimizar a discrepância entre o projeto orçado e projeto realizado. Estudos apresentam que podem existir discrepâncias de 35% (para baixo ou para cima) entre os orçamentos aprovados para projeto e os projetos concluídos. Já a técnica apresentada no artigo reduz as margens de erro para baixo das melhores práticas conhecidas na literatura, ou seja, abaixo dos 15%. Este resultado é obtido devido a fusão das técnicas do PMBOK com a Segmentação Tecnológica de Mercado da TipoD, que resulta no processo de S+AP (Segmentação somada à Arquitetura do Produto), onde o WBS top-down do modelo de referência é re-processado com a Arquitetura do Produto, gerando uma estrutura WBS mais robusta com todos os WPs devidamente identificados. Para receber o artigo em formato PDF, deixe seu post com e-mail!

O congresso teve como tema central o GDP: Conhecimento, Colaboração e Inovação. O CBGDP tem como objetivo fomentar a difusão e a discussão dos principais temas correlacionados com a Gestão do Desenvolvimento de Produtos, e promover intercâmbio entre pessoas e instituições, tanto do setor produtivo como da academia.

Fontes:
http://www.portaldeconhecimentos.org.br/index.php/por/content/view/full/559
http://www.portaldeconhecimentos.org.br/index.php/por/content/view/full/7846

Empresas Onde Todos se Divertem

stephen kanitz - stephen kanitz

Por 25 anos analisei as 1.000 maiores empresas do Brasil, e muitos professores de administração me perguntam como eu classificaria as companhias brasileiras com base nessa experiência. Daria um
livro, mas, resumindo em uma única página, diria que existem cinco tipos de empresa no país.

A empresa Tipo A é aquela na qual somente o dono se diverte. Tudo gira em torno dele, tudo é feito do jeito dele. Ele é o verdadeiro deus de sua companhia e assim consegue implantar rapidamente sua visão do negócio. É o “empresário bem-sucedido” que aparece em capa de revistas, invariavelmente sozinho. É o dono da verdade, de tudo e de todos. Não preciso dizer que os demais integrantes dessas empresas não se divertem nem um pouco, não é esse seu objetivo.

A empresa Tipo B é aquela em que somente os filhos do dono se divertem. O pai, com 95 anos, ainda a controla com mão-de-ferro, mas isso já não é tão fácil como antigamente. Ele está ficando gagá, só que não percebe e já não se diverte como antes. Ele nunca quis fazer a transição de uma empresa familiar para uma profissional, muito menos entregar a companhia aos filhos. Para manter-se no poder, comprou-lhes iates e BMWs e deu-lhes cargos no conselho para fazer absolutamente nada. Não conseguindo salário compatível em nenhum outro lugar, os filhos resignados se deleitam fazendo cruzeiros mundo afora. No fundo, são os únicos que se divertem.

A empresa Tipo C é aquela onde ninguém mais se diverte. O pai de 95 anos finalmente morreu sem deixar uma equipe de administradores profissionais que pudesse salvar a companhia. Os filhos chamados às pressas do Caribe começam a brigar entre si, porque também só entendem de iates e BMWs. A empresa vai de mal a pior, e os filhos se safam vendendo-a a uma multinacional.

E aí essa elite empresarial não entende por que todos os empregados, trabalhadores e sindicalistas de empresas A, B e C são de esquerda e por que temos tantos intelectuais e professores de administração querendo acabar com tudo isso que está aí.

A empresa Tipo D é aquela na qual todo mundo se diverte. Ela não tem um único dono, é uma associação coletiva de pequenos acionistas, a maioria formada de trabalhadores da própria empresa, fundos de pensão de trabalhadores, da classe média, de médicos e engenheiros, poupando para a aposentadoria, para não depender do salário dos filhos. São as empresas de capital democrático, em que não há ações sem direito a voto, onde todos votam, como essas companhias listadas no novo mercado transacionadas todo dia na Bovespa. Elas são a concretização do sonho de Karl Marx, nas quais trabalhadores e consumidores são acionistas diretos das empresas em que trabalham ou compram, detendo assim os meios de produção.

Normalmente, o presidente dessas empresas é um administrador profissional, funcionário demissível a qualquer momento, como todos os outros. Nada de cargo vitalício como nas dos tipos A, B e C nem indicações por apadrinhamento político como nas empresas Tipo G, G de governo. O presidente dessas companhias é escolhido pela competência administrativa, e não pelo parentesco familiar ou loteamento político. Como esse administrador depende da cooperação de todos para manter-se no poder, a opinião geral é ouvida, todo mundo faz parte da solução, ele acredita no trabalho de equipe. As idéias de todos são desejadas e levadas a sério. Nessas empresas, o presidente não destrata nem desrespeita os subordinados, jamais berra em público, não é o dono da verdade, caso contrário não sobreviveria. São empresas preocupadas com o social, e não somente com o bolso do acionista controlador, que nessas empresas nem existe. O D é de Divertido, Diversificado e Democrático. Essas são as melhores companhias para trabalhar no Brasil, infelizmente muito raras devido à proliferação de empresas dos tipos A, B, C e G.

Mas empresas Tipo D estão sendo criadas todo dia. Um outro mundo é possível, mais democrático, mais bem administrado, mais includente, mais socialmente responsável e muito mais divertido.

Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)

Editora Abril, Revista Veja, edição 1930, ano 38, nº 45, 9 de novembro de 2005, página 18

*extraído do site http://www.kanitz.com.br/veja/divertido.asp

Agradeço ao Prof. Itiro Iida pelo presente que foi este livro recém-lançado em português. Reitero que a etapa de planejamento de projeto trata-se de um gargalo de conhecimento na área de desenvolvimento de produtos. Para os interessados em livros de Design acredito que seja uma ótima oportunidade de leitura tanto para profissionais de mercado tanto para estudantes e professores.

Segue abaixo a apresentação do Livro - Briefing: A Gestão do Projeto de Design, do autor Peter L. Phillips. Tradução do Prof. Dr. Itiro Iida. Editora Blucher.

briefing 1 2 3 - briefing 1 2 3

Briefing: A Gestão do Projeto de Design
Peter L. Phillips

ISBN: 9788521204381
Páginas: 208
Formato: 17x24 cm
Ano de Publicação: 2008
Peso: 0.410 kg

Sumário:

Há quem pense que a criatividade não possa ser formalizada, normalizada ou descrita. Este é um dos motivos pelos quais designers ainda hoje relutam em produzir um briefing antes de começar seus trabalhos, assim como as empresas acreditam que isto seja uma perda de tempo.
Contudo, um bom briefing pode poupar muito trabalho e evitar problemas burocráticos durante a criação. A estruturação de recursos e objetivos guia a criação não restringindo-a, mas fundamentando e potencializando os resultados obtidos.
De forma clara e concisa, o livro auxilia profissionais a entenderem a importância do briefing e como produzi-lo de maneira eficaz. Escrito baseado na experiência profissional do autor, é fácil identificar paralelos com o cotidiano das empresas e dos designers.
Para os estudantes, o livro é uma forma de familiarizá-los com o briefing, para que eles entrem no mercado de trabalho conscientes da importância desde planejamento prévio que, muitas vezes, é negligenciado nas escolas.

Sobre o Autor:

Peter L. Phillips
É designer com trinta anos de experiência como professor, projetista, gerente de design e consultor de grandes empresas. Participa das atividades do Design Management Institute apresentando seminários e cursos, além de ter escrito muitos artigos. Ganhou reconhecimento internancional pela divulgação do processo de elaboração de briefings e de seu uso como ferramenta estratégica na gestão de empresas.

Acesse mais detalhes no Link:

http://www.blucher.com.br/livros.asp?Codlivro=04381#sumario

Abraços,

Marcos Buson

autotrac tipod spam

Pois é, o governo do Ceará no final do ano passado, de modo inédito no país, aparelhou com tecnologia de ponta as viaturas da Polícia daquele estado, foram adquiridas Toyotas Hilux completas, sistemas de gestão de informação e tudo mais, foi um alvoroço, uma confusão, um Spam na mídia. O resultado hoje é que dizem uns que foi um gasto desnecessário, outros que é investimento em tecnologia e segurança. Bem, resta o futuro nos dizer no que isso vai dar. Mas nos, por sua vez, podemos dizer que foi bem gasto! Pelo menos tem design, e o design do computador de bordo é nosso!

RONDA
Autotrac
Autotrac
RONDA
RONDA

TEXTO ORIGINAL DO SPAM:

“Isso a televisão não mostra!!!
Será porque já recebeu o seu calaboca???
E aí se o dinheiro não dá pra cobrir toda essa farra?
O que fazer????
É simples, aumenta-se impostos.
Os trouxas estão aí para pagar!!!
ÊIIIITHA BRASILZÃO!!!

Hilux SW4 da polícia do Ceará

Seguem as fotos das TOYOTA HILUX SW4 da Policia do Ceará. Foram adquiridas 428 viaturas (Hilux SW4).
Considerando que o Estado do Ceará é muito rico, a aquisição de carro de luxo, para uso da polícia que cuida muito bem dos mesmos, e com o preço de mercado na faixa de R$ 165000,00 ( Zeni Motors - Cascavel, Pr.) chega-se ao seguinte resultado:
428 X R$ 165.000,00 = R$ 70.620.000,00 (setenta milhões, seiscentos e vinte mil reais)
Ainda bem que no nordeste do Brasil ninguém passa FOME !!!

Detalhe: Automáticas e bancos de couro. Chique no ‘URTIMO’ bichinho .
- tracionados nas quatro rodas…
- rodas de liga leve…
- bancos de couro…
- tudo isso parece ser MUITÍSSIMO necessário…..
- ou realmente estava sobrando dinheiro…

Importante: A HILUX SW4 é fabricada na Argentina o que gera empregos e impostos lá. O correto numa situação dessa seria os veículos serem obrigatoriamente de fabricação nacional, para impulsionar a indústria brasileira e não a estrangeira, gerando empregos e receitas fora de nosso país.
Se realmente for imprescindível um veículo desse porte, e não um mero capricho de motoristas desocupados que o utilizam apenas para passeio, será que uma Chevrolet Blazer não atenderia?
Fabricada no Brasil, peças de reposição nacionais além das vantagens acima citadas, sem falar na diferença do preço…
Devemos manifestar a nossa revolta contra a corrupção generalizada, contra os políticos e o funcionalismo público que se beneficiam da estabilidade do emprego e torna o funcionalismo público um estorvo e para o desenvolvimento da nação brasileira……
E cada vez contratam mais funcionários públicos engrossando ainda mais a folha de pagamento do governo, o que aumenta déficit público, e então faz-se necessário mais os impostos….
Repasse mostrando a sua indignação….

Realmente, por esse tipo de coisas é que o povo brasileiro está comemorando a queda da CPMF. Chega de arrecadar desmedidamente para gastar irresponsavelmente. ”

TipoD Handbooks

A TipoD está publicando para download os handbooks da série Black, Gray e Green. Apresentamos ainda nosso portifólio e folder de serviçcos diferenciados para download.

Nosso manual de marca foi desenvolvido a partir de estudos de marcas globais, onde ocorre a fusão de manual de aplicação da marca com a apresentação de posição empresarial, ou seja o detalhamento do uso do símbolo e marca em diversas situações.

Ajude a distribuir! Deixe seu comentário para que possamos nos aprimorar sempre!

http://www.tipod.com.br/pdfs/apres.corporativa.2007.pdf
http://www.tipod.com.br/pdfs/fact_sheet5.pdf
http://www.tipod.com.br/pdfs/servicos_diferenciais_tipod.pdf
http://www.tipod.com.br/pdfs/portfolio_book_print_v4.pdf
http://www.tipod.com.br/pdfs/manual_marca_tipod_innovative_thinkers.pdf


Exibir mapa ampliado

Está disponível o endereço comercial e mapa das 2 unidades da TipoD de Brasília e Florianópolis. Estaremos publicando o novo mapa com o endereço de Juíz de Fora tão logo estejamos com toda a infra-estutura pronta para receber nossos clientes e parceiros.

Entre em contato conosco, marque uma visita, estaremos prontos para recebê-lo.

Guga - Diogo Henrique

As atividades iniciaram-se com um objetivo: um site inovador, com estrutura relativamente simples e enxuta (lean). Para tanto, um site comum não bastaria. Era preciso avançar um pouco mais. Buscou-se referências nas mais diversas corporações e empresas globais: Adidas, IDEO, ASUS, Bayer… a lista era longa. Contudo, buscar novos padrões para explorar era “o comum”, o “padrão”.

Depois de diversos croquis, discussões, reedições, chegamos a uma idéia que era comum a todos da equipe. O site foi separado em 3 partes principais, que eram divididas em apenas mais um conjunto de links terminais com o acesso a PDFs de vasto conteúdo técnico ou comercial. Resultado: acesso rápido a informação pesquisada com uma visão objetiva da organização de conteúdo. A utilização de imagens grandes e de fácil visualização foi uma âncora para se obter um apelo estético-formal condizente com os conteúdos de cada uma destas 3 áreas. A utilização de cores brasileiras de modo comedido nas principais partes do site. Resultado: facilidade na procura por determinados setores em um site bonito sem exageros, que ressalta as principais qualidades da TipoD em aliar estética e funcionalidade, arte e tecnologia.

Com as determinações acima, o trabalho foi conduzido para a finalização e implementação visando a maior compatibilidade possível de usuários e visualizadores (browsers). Com o site no ar, a TipoD demonstra ses posicionamento como empresa nacional com visão global de negócios e projetos, colocando-se e projetando-se a disposição para a resolução de problemas reais, aliando todos os pressupostos para a obtenção do melhor resultado.

Acessem nosso site, e obrigado pela visita.

Diogo Henrique Ropelato.
Designer Gráfico/UFSC

UnB desenvolve tecnologia para cadeira de rodas motorizada 40% mais barata

Brasília - Tecnologia financiada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia usa matéria-prima nacional e permitirá cadeiras de R$ 2 mil em escala.

Integração da Cadeira, corte lateral X,Y - integracao cadeira fisioterapia2

Engenheiros e desenhistas industriais da Universidade de Brasília (UnB) lançarão nesta quarta-feira (12/12) um kit de motorização para cadeira de rodas que custará cerca de 40% menos que equipamentos importados tradicionais.

Custando atualmente entre cinco mil e nove mil reais, a cadeira de rodas motorizada poderá ser vendida, quando for iniciada sua produção em escala, por cerca de R$ 2 mil. Tal diferença no preço, segundo o coordenador do projeto Pesquisa e Desenvolvimento de Equipamentos destinados a Paraplégicos, Carlos Humberto Llanos, tem relação com a escolha da matéria-prima mais barata e nacional.

O grupo espera comercializar o equipamento a partir de junho de 2008.

O kit da cadeiras de rodas motorizado é guiado por meio de um manche acoplado a uma placa de controle. O kit está em fase finais de testes com cadeirantes da associação para que possam dar sugestões de melhorias.

Integração da Cadeira fisioterapia - Integração da Cadeira fisioterapia

O projeto partiu de uma demanda da Associação de Apoio aos Portadores de Necessidades Especiais (Adapte) da Ceilândia, cidade satélite de Brasília, que em 2005 foi procurada pela empresa TipoD. Na época a entidade que oferece consertos de cadeiras de rodas não conseguia peças para o reparo das motorizadas.

Ao final do projeto, o grupo responsável pelo lançamento afirmou que toda tecnologia será repassada para a associação.

“Serão ministrados minicursos que ensinarão a soldar placas e realizar adaptação mecânica nas cadeiras” afirma Llanos, coordenador do projeto. A intenção é que a própria Adapte confeccione e comercialize os produtos por um preço mais baixo.

Acessar Reportagem no Bom Dia DF, Rede Globo.

Fonte: IDG Now /UOL, fotos do arquivo TipoD, 2007.

http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2007/12/11/idgnoticia.2007-12-11.4567850620/

Força aos pequenos

TIPOD.FLORIANOPOLIS.DESIGN.ENGENHARIA - TIPOD.FLORIANOPOLIS.DESIGN.ENGENHARIA

Pequenas empresas da região Sul que trabalham com tecnologia de ponta foram as principais contempladas também por um programa de apoio à inovação do Senai. Desde 2004, a organização promove o Edital Senai de Inovação, que em 2007 tem recursos de R$ 3,38 milhões. Dos 18 projetos aprovados este ano, seis são dos estados do Sul, recordista dentre todas as regiões. As principais áreas contempladas com recursos foram eletroeletrônica, ótica e biotecnologia. Uma das empresas vencedoras do edital é a Tipo D Design Industrial, de Florianópolis. Em parceria com o Centro de Tecnologia em Automação e Informática do Senai/SC, a empresa quer desenvolver um sistema de transmissão digital dos dados coletados pelos leitores de consumo de energia, água e outros produtos. Hoje, cada leitor precisa ser visitado individualmente, o que gera custos elevados e enorme perda de tempo para empresas da área.

Outra iniciativa destacada no Sul é a parceria entre empresas e centros de pesquisa. Chamado de cooperativo, esse tipo de projeto recebe apoio crescente da Finep, por meio de financiamentos não-reembolsáveis. A fórmula tem dado certo. Nos últimos 10 anos, projetos de parceria conquistaram uma série de vezes o Prêmio Finep de Inovação. Indústrias como Embraco, WEG, Tigre, Braskem e Copesul desenvolveram algumas de suas patentes mais valiosas graças às parcerias com universidades como a Ufrgs e a UFSC. No edital aberto em 2006, a Finep disponibilizou R$ 37 milhões para projetos de todo o Brasil. O destaque, novamente, foi Santa Catarina, que liderou o ranking de estados ao receber R$ 7,5 milhões, o equivalente a 20% dos recursos totais. Apenas a parceria entre a Universidade Federal de Santa Catarina e a Embraco, por meio de nove projetos na área de compressores e de refrigeração, recebeu R$ 4,6 milhões – 12% de todos os recursos liberados pela Finep.

Fonte: http://www.expressao.com.br

Links:
- Ciaporte, parceira de desenvolvimento e sócia do projeto;
- TipoD, parceira de desenvolvimento e sócia do projeto;
- SENAI-CTAI, co-desenvolvedora do projeto.

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