TipoD na revista ArcDESIGN
A TipoD e outros escritórios e profissionais foram matéria na edição no 64 de 2009 da revista Arcdesign, onde os projetos vencedores do concurso Mueller & FIAT foram apresentados. A TipoD foi o escritório vencedor. A TipoD também participou da Bienal de Design que ocorreu em Brasília em 2007, também na matéria da revista.
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Edição nº 64
A Bienal de Brasília mostra o design na grande indústria, enquanto o evento Experimentadesign, em Amsterdã, põe cheque nossas percepções da cena urbana. Junto aos instrumentos musicais de Walter Smetak, entrevista exclusiva da designer gráfica Ellen Lupton, do designer Peter Marigold, e ainda o talento do escritório Triptyque e as novidades do Prêmio Holcim
TipoD Capa do Correio Brasiliense
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ARQUITETURA E DECORAÇÃO
João Campos
Da equipe do Correio
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Qual o limite da imaginação? Um passeio pela II Bienal Brasileira de Design, no Museu Nacional Honestino Guimarães, ao lado da Rodoviária, mostra que não há fronteiras para a criação humana. Cerca de mil objetos expostos, de artistas do Oiapoque ao Chuí, traçam as tendências do design nacional e revelam novos talentos. Lá, em meio a tantos artistas consagrados em unir a estética e a funcionalidade nas obras, algumas peças chamam a atenção. São trabalhos desenvolvidos por artistas de Brasília, que representam a capital concretizada por Juscelino Kubitschek na mostra que segue até 5 de novembro.
As pessoas passam, olham e estranham. Disfarçam, dão uma olhadela para o lado, até ler a placa de identificação: “Escorredor de Pratos Pente”. Uma espécie de alívio toma conta do visitante ao compreender o que significam aqueles pentes unidos por uma liga de borracha. “É interessante, a gente não vê isso no dia-a-dia, né? Esse povo tem cada idéia”, disse o biólogo Anderson Guimarães, 31 anos, diante do inusitado escorredor. A peça em questão é do designer Eduardo Borém, 26 anos. Segundo o morador de Águas Claras, a obra fala por si só. “Representa bem a forma despojada como foi feita, o aspecto lúdico. Foi um trabalho autoral, não veio da demanda de um cliente”, contou. “É a primeira bienal que participo como expositor. Acho que esse pode ser um importante passo para alavancar a área do design em Brasília”, acrescentou.
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Como será o interior de um carro lançado em 2020? Essa foi a missão dos engenheiros industriais Guilherme Queiroga, 32 anos, e Murilo Torres, 25, da empresa Tipo D Design. Eles venceram o concurso realizado pela Fiat, em parceria com a empresa Muller, especializada em interiores de automóveis. O desafio era criar uma projeção do carro futurista. “Pesquisamos a evolução dos veículos desde o início do século passado”, explicou Queiroga, que também destacou a preocupação ambiental nas peças escolhidas e o conforto no interior do carro
Se depender da visão da dupla, todos os controles do motorista serão resumidos a uma tela-modelo touch screen, tecnologia usada nos Ipods (Mp3 player). “A pessoa poderá passar as marchas, ver um filme, escrever um texto, tudo em uma única tela”, detalhou Murilo. Os brasilienses exibem mais dois produtos na II Bienal Brasileira de Design: um aparelho para o monitoramento de frotas terrestres — para determinar o itinerário de um caminhão de carga, por exemplo — e um roteador para recepção, teste e programação de sinais de internet, usado por empresa de telecomunicações.
Mesa interativa
Sob as quatro mesas de cristal temperado, estão as letras que formam a palavra “amor”. Mas a designer Milena Miranda, 36 anos, explica que poderia ser qualquer outra: “As pernas são móveis e podem ser arranjadas de acordo com a vontade do cliente”. O trabalho, exposto no Museu Nacional, propõe a interação entre objeto e a criatividade humana. O nome, You! (Você, em inglês), remete à autonomia do freguês diante da obra.
Milena é uma das defensoras da força do design como elemento de beleza nos ambientes. “O lado funcional é importante, mas nós já temos bastante nas indústrias. Falta a questão estética, a cor”, argumentou a artista, formada em arquitetura. Além das mesas, a mineira que chegou em Brasília em 1995, teve dois bancos vermelhos selecionados. Se Milena busca a beleza, o arquiteto George Mackay, 51, abusa da criatividade para dar funcionalidade aos objetos que traça. O proprietário da Arktetonicos, na 409 Sul, tem dois espelhos expostos na bienal.
Mas não são meros espelhos. Cada detalhe foi pensado para aproveitar os espaços do objeto. Uma análise mais atenta e percebem-se diversos compartimentos atrás da peça e uma tela para pendurar brincos e colares. A inspiração veio da falta de espaço nas residências. “É uma peça vertical que possibilita diversos usos ao cliente”, explicou o arquiteto, formado pela UnB. Segundo ele, não há mais espaço para os móveis tradicionais. “Tento preencher os buracos deixados pela produção industrial.”
Pouco espaço para o setor
A constatação é unânime: falta espaço para o design brasiliense no mercado de móveis do Distrito Federal. Todos os profissionais da cidade que participam II Bienal Brasileira de Design colocaram as dificuldades de desenvolver seus trabalhos na região. Segundo eles, a principais causas para o mercado tímido é a falta de indústrias e de divulgação da importância do design entre os empresários. Mas todos concordam que a bienal e o 1ª Concurso de Designers dentro do Salão do Móvel de Brasília, que ocorrerá no fim do mês, representam um grande avanço para o setor.
Segundo levantamento do Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário do DF, há cerca 370 empresas do ramo cadastradas na região. O presidente da classe, José Maria de Jesus, afirma que o papel do designer ainda é pouco difundido e valorizado pelos fabricantes de móveis. “É um trabalho que inova a linha de produção e por isso agrega mais valor aos produtos”, explicou. O sindicato, em parceria com Federação das Indústrias de Brasília (Fibra), é um dos organizadores do concurso que tem o objetivo de dar visibilidade ao trabalho dos designers da cidade. “Escolhemos nove trabalhos, que estarão em exposição a partir do dia 23 no Centro de Convenções”, detalhou José Maria. (JC)
Editor: Samanta Sallum // samanta.sallum@correioweb.com.br
Subeditores: Ana Paixão, Roberto Fonseca, Valéria Velasco
e-mail: cidades@correioweb.com.br
Tels. 3214-1180 • 3214-1181
EXTRAÍDO DO CORREIO BRASILIENSE
10 de Outubro de 2008
Prêmio FIAT-MUELLER
Essa foi a viagem da equipe de Florianópolis para São Paulo, onde apresentamos o interior conceito de um carro para 2020.
Ainda neste mês, aqui, o carro será totalmente divulgado, com fotos, vídeos e renderings de computador.
Na II Bienal de Design um painel do carro FIAT COMPASS, nosso conceito já será divulgado ao público.
O presente do Guilherme será divulgado ao público em breve, aguardem.
Sobre: Projeto de design automotivo.
Para não dizer que não falei das flores
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Pois é, o governo do Ceará no final do ano passado, de modo inédito no país, aparelhou com tecnologia de ponta as viaturas da Polícia daquele estado, foram adquiridas Toyotas Hilux completas, sistemas de gestão de informação e tudo mais, foi um alvoroço, uma confusão, um Spam na mídia. O resultado hoje é que dizem uns que foi um gasto desnecessário, outros que é investimento em tecnologia e segurança. Bem, resta o futuro nos dizer no que isso vai dar. Mas nos, por sua vez, podemos dizer que foi bem gasto! Pelo menos tem design, e o design do computador de bordo é nosso!
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TEXTO ORIGINAL DO SPAM:
"Isso a televisão não mostra!!!
Será porque já recebeu o seu calaboca???
E aí se o dinheiro não dá pra cobrir toda essa farra?
O que fazer????
É simples, aumenta-se impostos.
Os trouxas estão aí para pagar!!!
ÊIIIITHA BRASILZÃO!!!
Hilux SW4 da polícia do Ceará
Seguem as fotos das TOYOTA HILUX SW4 da Policia do Ceará. Foram adquiridas 428 viaturas (Hilux SW4).
Considerando que o Estado do Ceará é muito rico, a aquisição de carro de luxo, para uso da polícia que cuida muito bem dos mesmos, e com o preço de mercado na faixa de R$ 165000,00 ( Zeni Motors - Cascavel, Pr.) chega-se ao seguinte resultado:
428 X R$ 165.000,00 = R$ 70.620.000,00 (setenta milhões, seiscentos e vinte mil reais)
Ainda bem que no nordeste do Brasil ninguém passa FOME !!!
Detalhe: Automáticas e bancos de couro. Chique no 'URTIMO' bichinho .
- tracionados nas quatro rodas...
- rodas de liga leve...
- bancos de couro...
- tudo isso parece ser MUITÍSSIMO necessário.....
- ou realmente estava sobrando dinheiro...
Importante: A HILUX SW4 é fabricada na Argentina o que gera empregos e impostos lá. O correto numa situação dessa seria os veículos serem obrigatoriamente de fabricação nacional, para impulsionar a indústria brasileira e não a estrangeira, gerando empregos e receitas fora de nosso país.
Se realmente for imprescindível um veículo desse porte, e não um mero capricho de motoristas desocupados que o utilizam apenas para passeio, será que uma Chevrolet Blazer não atenderia?
Fabricada no Brasil, peças de reposição nacionais além das vantagens acima citadas, sem falar na diferença do preço...
Devemos manifestar a nossa revolta contra a corrupção generalizada, contra os políticos e o funcionalismo público que se beneficiam da estabilidade do emprego e torna o funcionalismo público um estorvo e para o desenvolvimento da nação brasileira......
E cada vez contratam mais funcionários públicos engrossando ainda mais a folha de pagamento do governo, o que aumenta déficit público, e então faz-se necessário mais os impostos....
Repasse mostrando a sua indignação....
Realmente, por esse tipo de coisas é que o povo brasileiro está comemorando a queda da CPMF. Chega de arrecadar desmedidamente para gastar irresponsavelmente. "